MINISTÉRIO DA CULTURA E AOC APRESENTAM

artistas

Acid Arab

Nascida em 2012, Acid Arab é uma dupla parisiense formada por Guido Minisky e Hervé Carvalho que vêm encantando a Europa nos últimos dois anos em passagens por festivais de música eletrônica. Com uma vertente inusitada, o som é ocidental e afiado com vocais orientais. Os dois pacientemente aperfeiçoaram seu estilo entre reuniões com dezenas de artistas do norte da África e do Oriente Médio para cumprir o objetivo de criar um espaço para a cultura árabe no mundo da música eletrônica contemporânea. A partir daí, estabeleceram as bases lançando vários EPs, com remixes e faixas em parcerias que reforçam sua versatilidade.

Amaro Freitas

Nascido em Recife, em 1991, o pianista pernambucano Amaro Freitas é graduado em produção fonográfica e trilha carreira como pianista, tecladista, compositor, arranjador e diretor musical há anos. Através da música instrumental, ocupou espaços expressivos, como o Teatro BNDES, Conservatório Pernambucano de Música e Festival MIMO. Em 2016, lançou Sangue Negro (2016), disco de estreia do Amaro Freitas Trio, projeto do músico ao lado do baixista Jean Elton e do baterista Hugo Medeiros. Composto por seis canções autorais, o álbum rendeu elogiosas críticas da mídia especializada e figurou entre os principais lançamentos de jazz do ano. Além disso, o trio foi vencedor do Prêmio MIMO Instrumental de 2016.

Antonio Loureiro, Fred Heliodoro e Pedro Martins

De São Paulo, o multiinstrumentista com 20 anos de carreira, Antonio Loureiro já tocou com importantes nomes da música como Gilberto Gil, David Linx, Arto Lindsay, Siba, Nelson Angelo. Atualmente está gravando seu quarto trabalho autoral, além de integrar a banda de Kurt Rosenwinkel (EUA) ao lado de Fred Heliodoro. O contrabaixista e compositor mineiro vem se destacando no cenário musical nacional e internacional desde 2007; considerado um dos artistas mais produtivos de sua safra, Fred se prepara para lançar seu sexto álbum. O guitarrista Pedro Martins, com mais de 12 anos de carreira e vencedor do prêmio "Montreux jazz guitar competition", completa o trio.

ATR

Músicos de São Carlos, no interior de São Paulo, o ATR – Aeromoças e Tenistas Russas está prestes a completar dez anos de carreira e contabiliza mais de 380 shows no currículo. Em junho deste ano estiveram em sua primeira turnê internacional, com a qual tocaram duas vezes no Primavera Sound, em Barcelona, e em outros três países. A partir do recém-lançado compacto MIDI, a banda reinventou seu repertório para uma nova proposta de show. “Russian Cat Party” e “Echoes from Colombia”, as duas novas faixas de trabalho, são as primeiras depois de Positrônico, terceiro disco do ATR, lançado em 2015. Neste CD, a banda deu os primeiros passos em direção ao eletrônico. O repertório das apresentações do ATR é formado por canções de outros de seus três discos de estúdio, Kadmirra (2011), A Experiência de Jaque Villanova (2013) e Positrônico (2015).

Cosmopolita

Em seu primeiro disco, "Cosmopolita" (2017), o quarteto paulistano mostra a atmosfera espontânea que marca seu estilo, cultivado na cena underground. A banda se inspira pelo power-jazzy-groovy-hard-bop dos anos 60 e 70, de Lee Morgan, The Meters e The Zombies a Milton Banana, Moacir Santos, João Donato e Nino Rota, personagens de uma época em que improvisação, estilo e irreverência. O som é fluido de referências que vão de ritmos brasileiros e latinos ao rock -- tem samba-jazz-de-gringo com gafieira, surf music, circo mezzo brega à la Roberto Carlos até e vibrações punk-psicodélicas.

Hang Em High

O trio Hang Em High é mistura de rock, punk, jazz formado por Bond, Lucien Dubuis e Alfred Vogel. A união dos estilos efervescentes e indiscutivelmente eufóricos ganhou mais vida no terceiro álbum “TRES TESTOSTERONES”, lançado em maio deste ano em eletrônicos corrosivos e espaçosos que brincam com a movimentação de um jazz melódico.

Lucas Estrela

Lucas Estrela apresenta suas vivências em Belém do Pará a partir da música instrumental. Seu primeiro álbum, Sal ou Moscou (2016) pinta suas experiências de vida na ativa capital paraense, suas matérias primas são a guitarrada e o tecnobrega, recebendo influências do músico e produtor Pio Lobato, ídolo e parceiro de trabalho. Em 2017, Lucas lança seu segundo álbum pelo Natura Musical. Farol traz experimentos do carimbó com a música digital, além da conhecida tecnoguitarrada. Estrela imprime suas visões sensoriais, referências e linguagem própria, deixando o ritmo mais pop e apontando em direção à consolidação de uma releitura da guitarrada paraense.

Muntchako

Formado em 2014, em Brasília, o Muntchako ganha corpo a partir de três vivências musicais distintas e encontram na música instrumental o seu ponto em comum. Os músicos Samuel Mota, Rodrigo Barata e Macaxeira Acioli unem forças para a originalidade do trio. Em outubro, lançaram o disco de estreia da banda, Muntchako (2017), cuja produção musical é feita por Curumin e a capa assinada pelo renomado ilustrador Shiko. Com passagens nas cinco regiões do país, foi selecionada pela curadoria das renomadas feiras SIM - Semana Internacional de Música de São Paulo e Música Mundo, em Belo Horizonte. Além do Brasil, recentemente embarcaram para Medellín, na Colômbia, para sua primeira apresentação no exterior na Feira do Livro.

Sidmar Vieira

Nascido em São Paulo, em 1986, Sidmar Vieira começou tocar trompete ainda criança: aos 11 anos, ingressou na ULM (Universidade Livre de Música), onde iniciou os estudos de trompete clássico; aos 15 foi bolsista da Orquestra Sinfônica de Barueri; e aos 17 iniciou os estudos de trompete popular. O músico foi integrante da Orquestra Jovem Tom Jobim, onde acompanhou expressivos nomes da MPB. Durante a carreira, também tocou ao lado de renomados artistas da música internacional. Em 2014, Sidmar Vieira lançou o primeiro disco, Livre. E, atualmente, além de divulgar o novo álbum Madri Riviaes (2016), faz parte dos grupos: Orquestra Jazz Sinfônica do Estado de São Paulo, Soundscape big band, Reteté Big Band, Sidiel Vieira quinteto, Jorginho Neto sexteto, Deep Funk Session, Quinteto Cais, The Preachers e Sensacional Orchestra Sonora.

Nubya Garcia

A saxofonista e compositora londrina, Nubya Garcia, é uma das principais forças por trás do ressurgimento de sons influenciados pelo jazz no Reino Unido. Criada em um ambiente criativo, sua marca de jazz afro tornou-se um componente-chave em uma série de grupos novos e estabelecidos. Em 2017, ela comemorou o lançamento de disco solo de estreia, “Jazz Re: freshed”, projeto que explora o terreno comum entre o jazz progressivo, o hip hop e o soul, ritmos liderados por groove.

Yussef Dayes

O baterista Yussef Dayes é um dos músicos mais excitantes que emergiu da nova e vibrante cena londrina de jazz. Aprendiz de Billy Cobham (Miles Davis) e fortemente influenciado por técnicas senegalesas, sua pegada é volátil, fascinante e habilidosa na mesma medida. No ano passado concebeu ao lado do tecladista Kamaal Williams o álbum Black Focus. Em seu novo projeto, Yussef prepara uma jornada que chega ainda mais à alma. Enquanto Black Focus explorou a relação entre a bateria e a pista de dança, o momento atual assume um domínio transcendental. Juntando-se a ele, estão dois jovens músicos cujos estilos atingem o etéreo e o cinema: o guitarrista e baixista Mansur Brown (Royal Academy) e o pianista Charlie Stacey (da Sun Ra Arkestra).

Sobre Adam Moses e o Jazz Re:freshed

Jazz Re:freshed foi criado por Justin McKenzie e Adam Moses como um modesto movimento musical em 2003. Com a intenção de desafiar o elitismo e preconceito dentro da comunidade que manteve o jazz à margem - enquanto na verdade ele é capaz de proporcionar um mundo incrivelmente diversificado, colorido, expressivo e criativo - ao vivo, divertido e acessível. Talvez o objetivo mais importante tenha sido e ainda é, promover música e artistas subexpostos que merecem o maior reconhecimento. Uma organização pequena, mas implacavelmente determinada, o Jazz Re:freshed contempla: uma residência semanal, uma gravadora, festival, clube de cinema, programa de desenvolvimento de banda, oficinas e muito mais.